Tratamentos
Tratamento para Dependência Química
Avaliação imediata, plano personalizado e suporte contínuo para paciente e família.

O tratamento começa quando reconhecemos que o uso já ultrapassou o controle e está afetando a saúde, a família e a rotina. Nosso foco é oferecer acolhimento rápido, avaliação clínica segura e um plano personalizado que combine intervenções médicas e psicoterapêuticas, sempre com suporte à família. Trabalhamos com protocolos baseados em evidências e acompanhamento contínuo, para que a recuperação seja sustentável e não apenas um alívio momentâneo.
Para quem é indicado
- Perda de controle do uso (recaídas frequentes, não consegue manter abstinência em casa).
- Risco à vida ou a terceiros (overdose, impulsividade, episódios de agressividade).
- Comorbidades clínicas/psiquiátricas (desnutrição, infecções, insônia grave, risco cardiometabólico).
- Falta de suporte familiar para a fase inicial de abstinência.
- Uso de múltiplas substâncias (álcool + cocaína/crack; maconha sintética K2/K9 etc.).
Se houver risco imediato, priorizamos internação. Em casos estáveis e com adesão, avaliamos programa intensivo ou ambulatorial estruturado.
Como Funciona
Após o primeiro contato, realizamos uma triagem ágil para entender o quadro, riscos e comorbidades. Se houver indicação, iniciamos a internação com estabilização e, quando necessário, desintoxicação assistida. A equipe multiprofissional constrói um Plano Terapêutico Individual com metas por fases, incluindo atendimentos individuais, grupos, psicoeducação e prevenção de recaídas, além de orientação constante à família. Ao avançar no cuidado, estruturamos o pós-alta com consultas programadas, rotinas saudáveis e uma “porta de retorno” em caso de agravamento, reduzindo as chances de recaída e facilitando a reinserção social.
👉 Quer o passo a passo completo? Acesse a página Como Funciona para ver as três etapas detalhadas, documentos necessários e como agilizar o atendimento.
Modalidades de cuidado
- Internação (voluntária/involuntária): indicada em risco elevado, recusa de tratamento ou falha reiterada do cuidado em casa. Segue normas legais, com avaliação médica e comunicações obrigatórias.
- Programa intensivo: presença diária/semanal na clínica, quando há adesão e suporte familiar.
- Ambulatorial estruturado: consultas, psicoterapia e supervisão clínica com metas claras.
Duração: varia conforme substância, tempo de uso, comorbidades e adesão. O foco é a qualidade da evolução, não um número fixo de dias.
Abordagens clínicas utilizadas
- Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) e Entrevista Motivacional (EM).
- Psicoeducação e prevenção de recaídas baseada em evidências.
- Manejo medicamentoso quando indicado pelo psiquiatra.
- Terapias de apoio: atividade física orientada, ocupacionais e de expressão.
- Trabalho com a família: limites, contratos de convivência e rede de apoio.
Sinais de alerta (procure ajuda)
- Aumento de tolerância e uso em horários inadequados.
- Mentiras, isolamento e conflitos familiares.
- Perdas acadêmicas/profissionais e comportamentos de risco.
- Tentativas frustradas de parar “por conta própria”.
Diferenças por substância (exemplos)
- Álcool: risco de abstinência complicada (tremores, convulsões, delirium) — monitoramento é essencial.
- Cocaína/crack: craving intenso, alterações de humor/sono — TCC e rotina estruturada ajudam muito.
- Maconha/K2/K9: pode haver ansiedade, paranoia e queda de motivação — manejo clínico e psicoterapêutico.
- Benzodiazepínicos/opioides: desmame criterioso e supervisão para segurança.
O que a família pode fazer
- Evitar confrontos e “últimas doses negociadas”.
- Estabelecer limites claros e segurança doméstica.
- Não acobertar consequências do uso.
- Buscar orientação para falar na hora certa, do jeito certo.
Perguntas rápidas (FAQ)
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